Presenteísmo versus contribuição

“Muitos profissionais usam seu tempo ineficientemente porque a cultura organizacional focada em horas trabalhadas não os força a pensar rigorosamente sobre o que é realmente importante”

É o que diz Robert Pozen, de Harvard, nesse texto bem interessante, que vai ao encontro da discussão sobre como medir produtividade dos profissionais. O texto está no blog da Harvard Business Reviewhttp://blogs.hbr.org/hbsfaculty/2012/06/stop-working-all-those-hours.html

A discussão sobre mensuração de produtividade e configuração do trabalho tem ocupado consultorias e o mundo acadêmico desde que o Yahoo! resolveu extinguir seu programa de home office. Há 2 semanas a consultoria Deloitte organizou um evento ao vivo para discutir o tema, reunindo diversos especialistas. Em resumo, a Deloitte concluiu que as organizações devem estar abertas para formas flexíveis de configuração de trabalho que atendam os interesses de todas as partes envolvidas, inclusive, evidentemente, delas mesmas. Um dos pontos que eu destaco das conclusões da consultoria é a necessidade de os gestores definirem claramente o que esperam de suas equipes em termos de geração de valor.