Em se tratando de tempo, a decisão estratégica é sobre o que não deve ser feito

A administração do tempo é vital para conseguirmos trabalhar de acordo com os objetivos estratégicos considerados importantes nas organizações. Muitas vezes, por exemplo, a gestão de pessoas não é feita da maneira adequada porque os incêndios e o trabalho operacional dominam o nosso cotidiano. Isso se aplica também para outras atividades estratégicas, como a gestão de processos, inovação etc.

Esse é um problema mundial. Pesquisa recente da renomada consultoria McKinsey mostrou que apenas 52% dos CEOS conseguem usar seu tempo de acordo com as prioridades estratégicas de suas organizações.

Como escapar dessa armadilha, que também se estende para nossa vida pessoal?

O boletim de janeiro de 2013 da McKinsey trouxe um artigo bem interessante, no qual o autor destaca:

– Dado o fluxo interminável de informações e demandas, escolher o que não fazer é a atividade estratégica mais importante em se tratando de gerenciamento do tempo

– Uma abordagem eficiente é escolher 5 áreas para focar em 1 ano e dedicar 95% do tempo a elas, pois é impossível manter o foco com um número maior de prioridades

– Por sua vez, as 5 áreas dos profissionais que se reportam a você devem ser decorrência direta das suas 5 áreas. É aí que está a chave para o alinhamento e encadeamento de estratégias e ações

– Com base nesse alinhamento, gerencie seus profissionais com base nessas prioridades sem incorrer no erro do microgerenciamento.

O artigo, que é bem curto e direto, pode ser lido no site do autor:

http://peterbregman.com/articles/a-personal-approach-to-organizational-time-management/